22 de julho de 2017

Programa Espelho nesta segunda às 21h30

#JefersonDeNoEspelho

19 de julho de 2017

#DicadoEspelho



Os cantores cubanos mais populares no Brasil são com certeza Compay Segundo, Ibrahim Ferrer e a turma mostrada em Buena Vista Social Club, de Win Wenders. Porém, chega ao Brasil pela editora Hedra, a biografia de um dos maiores cantores da história de Cuba: Benny Moré. Um fenômeno. E, mesmo que a metáfora brasileira seja forçada, muitos o comparam a uma mistura de Orlando Silva e Pixinguinha ou ainda Tim Maia.

Benny Moré (Bartolomé Maximiliano Moré Gutiérrez, 24 de agosto de 1919 – 19 de fevereiro de 1963), ou Beny, cantor cubano, considerado como o maior cantor popular de todos os tempos. Ele era dotado de uma musicalidade inata e de uma voz com grande expressividade. Moré era um mestre da maioria dos gêneros da música cubana.

O livro é uma coletânea de artigos e depoimentos que mostram como a vida do guajiro de Santa Isabel de las Lajas transformou-se no gênio musical e uma referencia na música cubana contemporânea.

Fonte: Havana 6463

15 de julho de 2017

Programa Espelho nesta segunda às 21h30


#BrunoGarciaNoEspelho
#LucioMauroFilhoNoEspelho

12 de julho de 2017

#DicaDoEspelho


Karaba, a feiticeira, quer fazer as pazes com a aldeia e oferece um lindo colar para a mulher mais merecedora. Todas as mulheres querem o colar e a discórdia passa a reinar na aldeia.

Kiriku logo entende que isso é uma armadilha de Karaba. O que fará o nosso herói Kiriku?

Kiriku é pequeno, mas ele pode muito!

Kiriku não é grande, mas ele é valente!

8 de julho de 2017

Programa Espelho nesta segunda às 21h30

#AtilaRoqueNoEspelho

5 de julho de 2017

#DicaDoEspelho




Lucílio Manjate, escritor moçambicano, nos presenteia com uma surpreendente história que lhe foi contada por sua mãe quando ele era criança- O jovem caçador e a velha dentuça. Nessa aventura africana fantástica, o jovem caçador enfrenta uma forte adversária, detentora de poderes mágicos- a velha dentuça, guardiã da floresta! Para enfrentá-la, o jovem conta com a ajuda de três cães fiéis- Dumba, Luma e Kula. A série  Vozes da África  nasceu de um projeto da Editora Kapulana para divulgar a literatura africana no Brasil.  

1 de julho de 2017

Programa Espelho nesta segunda às 21h30


#RicoDalasamNoEspelho

28 de junho de 2017

#DicaDoEspelho




"A cantora e compositora Karynna Spinelli dá à luz ao seu primeiro trabalho, intitulado MORRO DE SAMBA. O Cd é o resultado dos anos de pesquisa e convivência da artista no Morro da Conceição (Recife-PE), que é permeado pelas rodas de samba e pelas toadas de candomblé.

O Cd Morro de Samba de Karynna Spinelli é banhado por arranjos percussivos que contracenam com a presença marcante de violas e violões somados aos Ilús, Djembês, Agogôs e Congas, fazendo de sua audição um passeio a nossa cultura afro, misturando rítmos encantados em composições próprias, de sambistas do eixo Rio-Recife-SP (Noel Rosa, Rafa Barreto,Jorge Simas, Selma do Samba, Paulo Perdigão e Rui Ribeiro) e dos artistas  pernambucanos Zeh Rocha, Yuri Queiroga e Rivaldo Pessoa . Com recursos próprios e apoio da iniciativa privada, o Cd Morro de Samba foi gravado no Fábrica Estúdios (Março 2010) com a produção musical do percussionista Lucas dos Prazeres e da própria cantora.

No Cd Morro de Samba Karynna Spinelli conta com a participação da “Mesa de Samba Autoral de Pernambuco” na música que da título ao trabalho “Morro de Samba”, De Vitor Araújo na Música “Valsa Prá Klara Lua” e do Arabiando na música ” Segure Meu Coração”. O Cd contou ainda com a participação de músicos do Grupo Terra, do Violinista Ricardo Herz, do Violonista Jorge Simas e do Maestro Marco César. Mauricio Spinelli faz a direção artística e Juan Guimarães a fotografia e concepção visual. Karynna Spinelli é acompanhada e arranjada pelos músicos Daniel Coimbra, Rubem França, Pepê, Lucas dos Prazeres, que junto com ela assinam a direção do trabalho e ainda pelos percussionistas Juca Júnior e Amedo. Este trabalho pretende despertar em ouvintes e expectadores o sincretismo religioso, a peculiaridade e a riqueza de um samba diferente e nascente nos ares do Nordeste materializado num trabalho que soma riqueza de repertório alinhada á cadente e marcante voz da cantora."

Créditos: Karynna Spineli Wordpress
Texto retirado daqui

24 de junho de 2017

Programa Espelho nesta segunda às 21h30

#AntonioConcienciaNoEspelho
#SamiBrasilNoEspelho

21 de junho de 2017

#DicaDoEspelho



Mais importante obra de Angela Davis, "Mulheres, raça e classe" traça um poderoso panorama histórico e crítico das imbricações entre a luta anticapitalista, a luta feminista, a luta antirracista e a luta antiescravagista, passando pelos dilemas contemporâneos da mulher. O livro é considerado um clássico sobre a interseccionalidade de gênero, raça e classe.

A perspectiva adotada por Davis realça o mérito do livro: desloca olhares viciados sobre o tema em tela e atribui centralidade ao papel das mulheres negras na luta contra as explorações que se perpetuam no presente, reelaborando-se. O reexame operado pela escrita dessa ativista mundialmente conhecida é indispensável para a compreensão da realidade do nosso país, pois reforça a práxis do feminismo negro brasileiro, segundo o qual a inobservância do lugar das mulheres negras nas ideias e projetos que pensaram e pensam o Brasil vem adiando diagnósticos mais precisos sobre desigualdade, discriminação, pobreza, entre outras variáveis. Grande parte da nossa tradição teórica e política (Gilberto Freyre e Sérgio Buarque de Holanda, para ficarmos em poucos exemplos) insiste em confinar as questões aqui tratadas por Davis na esfera privada, como se apenas desta proviesse sua solução.

A iniciativa da Boitempo de traduzir esta obra, ainda não publicada no Brasil, desponta como uma inestimável contribuição para disseminar as ideias imprescindíveis de Angela Davis (sabemos o quanto ela vem sendo estudada e difundida pelo feminismo negro e por setores da academia) e oferecer, assim, angulações e perspectivas pouco ou nada exploradas pelos empreendimentos voltados à compreensão da nossa intrincada realidade. Como aconselha Bobbio, para não sermos induzidos a crer que a história, a cada ciclo, recomeça do zero, é preciso ter paciência e saber escutar as lições dos clássicos. Em tempos sombrios, esse conselho soa como urgência política.