15 de abril de 2013

Programa Espelho nesta segunda às 21h30

"No direito você pode resolver grandes problemas com um parágrafo, uma frase bem feita, mas essa não é a cultura brasileira" - Joaquim Barbosa , ministro do Supremo Tribunal Federal na conversa com Lázaro Ramos.

Confira um trecho: http://bit.ly/JoaquimEspelho

2 comentários:

Fabio Rodrigo Vieira - Advogado disse...

Caro Lazaro Ramos. Assisti com muito entusiasmo a sua entrevista com o Ministro Joaquim Barbosa e confesso que não esperava posições diferentes desse iluminado jurista, no que toca aos temas apresentados. Sou advogado e não era, de inicio, simpatizante de suas posições como julgador. Claro que fiz um julgamento atrelado simplesmente aos meus próprios conceitos de opinião referente à ciência jurídica e da hermenêutica. Entretanto, com tanta exposição dessa “ilustre figura”, a mídia tratou de mudar a minha opinião. Vi que na verdade minha falta de conteúdo não me deixava ir além. Havia me esquecido que as regras de experiência comum (art. 335 do CPC) é que recheiam a convicção daqueles que julgam. Isso é a base de tudo. Seguramente que de “tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça; te tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus” o aclamado Ministro se permitiu a não mais tolerar o gasto do dinheiro publico e expressar a fisionomia do descontentamento. Isso, aos meus olhos, é o conceito de homem honesto e não de “ranzinza ou de pão duro” como ele próprio declarou. Discordei, quando se disse que “os negros” fazem de sua figura de Ministro um incentivo e de espelho. Seguramente o Ministro Joaquim Barbosa é um incentivo a mim e a todos que lutam por posições mais justas e mais sérias, sem distinção de qualquer tipo de raça. Antropólogos americanos como Marvin Harris e Madison Grant, defenderam a teoria americana da “One Drop rule - "lei de uma gota", que historicamente e culturalmente foi utilizada em todos os antigos sistemas escravistas e segregadores, segundo a qual bastaria uma gota de sangue para que o miscigenado fosse considerado “não-branco” e descendente em 1º grau da outra raça Oxalá tivesse Eu uma única gota de sangue do Pelé; de Mandela; de Martin Luther King, de Obama, de Michael Jordan de Eddie Murphy, do Ministro Joaquim Barbosa e de tantos outros!!. Seguramente eu seria uma pessoa melhor! Parabéns pela entrevista. Saudações.

Iolanda Rebouças disse...

Gostei imensamente da entrevista. Parabéns pela iniciativa e por todas as entrevistas